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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Seleção de Vídeos

Queridos fiz uma seleção de vídeos sobre a matéria, para auxiliar no estudo da prova para a turma A, e quem vai fazer a prova de recuperação e substitutiva na turma B e C!!!
Aproveitem!
Cadeia Alimentar


Alterações em cadeias alimentares




Ciclo dos Nutrientes




Fotossíntese contextualizada do Ciclo do Carbono
*O Ciclo do carbono não cai na prova, fotossíntese sim.


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Complementação dos estudos: Fluxo de Energia




O nível dos produtores é o nível de maior energia disponível para o consumo. Os produtores aprisionam energia solar em moléculas de glicose que passam a fazer parte do corpo dos produtores. Os herbívoros ao se alimentarem dos produtores adquirem muita matéria e, junto com ela, energia. No entanto, os herbívoros guardam uma parte desta matéria em seu corpo e a outra parte eles queimam para produzir energia que será gasta, liberando boa parte da matéria em sua respiração (CO2). Sendo assim, para o próximo nível, o dos carnívoros, já sobra menos matéria disponível para a alimentação e, portanto, menor quantidade de energia disponível para ser gasta. 

A matéria disponível na forma de alimento diminui, portanto, a cada nível da cadeia alimentar, sendo que é maior nos produtores (já que eles produzem moléculas de glicose a partir de moléculas que retiram do ambiente – adicionam matéria à cadeia alimentar) e vai diminuindo a cada consumidor (já que eles devolvem a matéria para o meio ambiente na forma de CO2 da sua respiração – perdem matéria da cadeia alimentar).

A energia também diminui a cada nível, pois a matéria guarda energia nas ligações de seus átomos e, se a matéria disponível para o próximo nível diminui, também a energia diminui. Além disso, a energia diminui, pois é gasta pelo consumidor para se manter vivo, deixando disponível menos quantidade de energia para o consumidor seguinte. 

Figura 1. Fluxo de energia unidirecional. Exemplo de pirâmide de números.

Desafio1: Porque a segunda pirâmide possui conformação diferente, explique.





Figura 2. Fluxo de energia de uma cadeia alimentar no ecossistema.

Desafio 2.1: Porque há perda de energia entre os diferentes níveis tróficos?

Desafio 2.2: Em que nível trófico a maior energia para ser ingerida?



Figura 3. Esquema de fluxo de energia, ciclo da matéria e perda de energia.

Quando um organismo se alimenta do outro nas relações da cadeia alimentar, há transferência tanto de energia quanto de matéria
A matéria carrega energia nas ligações entre seus átomos. 
Parte da matéria é acumulada no corpo dos seres vivos e parte é perdida na respiração após sua queima para a obtenção de energia.
matéria, ela é constantemente reaproveitada, fluindo de maneira cíclica:

a) substâncias produzidas no processo de fotossíntese são transformadas em água e gás carbônico à medida que são utilizadas na respiração celular.

b) depois da ingestão de alimentos, o corpo dos seres vivos armazena, temporariamente, parte do que foi ingerido - na forma de amido, gorduras e proteínas - e libera no ecossistema o que não foi aproveitado, para que possa ser reutilizado por outros seres vivos.

c) os organismos mortos são decompostos através da ação dos decompositores e a matéria orgânica retorna ao ambiente.

E o que ocorre com o número de organismos em cada nível?

Com a diminuição da oferta da energia e da matéria, geralmente também ocorre a diminuição do número de indivíduos em cada nível. Por exemplo: o número de produtores em um ecossistema é maior que o de herbívoros, que é maior que o de carnívoros. Isso ocorre porque a disponibilidade de matéria e energia acaba controlando a reprodução das espécies, ou seja, se há muita oferta de matéria e energia ocorre também a produção de mais descendentes. Se, ao contrário, há menor oferta de matéria e energia, há menor produção de descendentes. 




Figura 4. Representação de uma cadeia alimentar.

Desafio 4: Desenhe a pirâmide de números, energia e biomassa da cadeia alimentar abaixo:




Fonte: http://portalcienciaviva.blogspot.com.br/2012/10/fluxo-de-materia-e-energia-na-cadeia.html

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Pesquisa sobre Restinga


Para os alunos que irão fazer a pesquisa sobre a Restinga, segue um site muito confiáfel sobre o tema:


http://www.restinga.net



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Categorias de Unidades de Conservação - SNUC



Essas categorias são as mesmas para unidades de jurisdição municipal, estadual ou federal.

Unidades de Proteção Integral
1. Estação Ecológica: área destinada à preservação da natureza e à realização de pesquisas científicas, podendo ser visitadas apenas com o objetivo educacional.
2. Reserva Biológica: área destinada à preservação da diversidade biológica, na qual são realizadas medidas de recuperação dos ecossitemas alterados para recuperar o equilíbrio natural e preservar a diversidade biológica, podendo ser visitadas apenas com o objetivo educacional.
3. Parque Nacional: área destinada à preservação dos ecossistemas naturais e sítios de beleza cênica. O parque é a categoria que possibilita uma maior interação entre o visitante e a natureza, pois permite o desenvolvimento de atividades recreativas, educativas e de interpretação ambiental, além de permitir a realização de pesquisas científicas.

4. Monumento Natural: área destinada à preservação de lugares singulares, raros e de grande beleza cênica, permitindo diversas atividades de visitação. Essa categoria de UC pode ser constituída de áreas particulares, desde que as atividades realizadas nessas áreas sejam compatíveis com os objetivos da UC.

5. Refúgio da Vida Silvestre: área destinada à proteção de ambientes naturais, no qual se objetiva assegurar condições para a existência ou reprodução de espécies ou comunidades da flora local e da fauna. Permite diversas atividades de visitação e a existência de áreas particulares, assim como no monumento natural.

Unidades de Uso Sustentável
1. Área de Proteção Ambiental: área dotada de atributos naturais, estéticos e culturais importantes para a qualidade de vida e o bem-estar das populações humanas. Geralmente, é uma área extensa, com o objeitvo de proteger a diversidade biológica, ordenar o processo de ocupação humana e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais. É constituída por terras públicas e privadas.
2. Área de Relevante Interesse Ecológico: área com o objetivo de preservar os ecossistemas naturais de importância regional ou local. Geralmente, é uma área de pequena extensão, com pouca ou nehuma ocupação humana e com características naturais singulares. É constituída por terras públicas e privadas.
3. Floresta Nacional: área com cobertura florestal onde predominam espécies nativas, visando o uso sustentável e diversificado dos recursos florestais e a pesquisa científica. É admitida a permanência de populações tradicionais que a habitam desde sua criação.
4. Reserva Extrativista: área natural utilizada por populações extrativistas tradicionais onde exercem suas atividades baseadas no extrativismo, na agricultura de subsistência e na criação de animais de pequeno porte, assegurando o uso sustentável dos recursos naturais existentes. Permite visitação pública e pesquisa científica.
5. Reserva de Fauna: área natural com populações animais de espécies nativas, terretres ou aquáticas; adequadas para estudos técnico-científicos sobre o manejo econômico sustentável de recursos faunísticos.
6. Reserva de Desenvolvimento Sustentável: área natural onde vivem populações tradicionais que se baseiam em sistemas sustentáveis de exploração de recursos naturais. Permite visitação pública e pesquisa científica.
7. Reserva Particular do Patrimônio Natural: área privada com o objetivo de conservar a diversidade biológica, permitida a pesquisa científica e a visitação turística, recreativa e educacional. É criada por iniciativa do proprietário, que pode ser apoiado por órgãos integrantes do SNUC na gestão da UC.
Fonte: http://www.mma.gov.br/areas-protegidas/unidades-de-conservacao/categorias




MAPA DAS UC'S DO ESPÍRITO SANTO:



sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Uma boa leitura....ou ainda uma boa audição!

Queridos, tenho ouvido um livro....sim um livro...um áudio livro, e estou gostando muito!

Indico a todos!!!  PAI RICO PAI POBRE!



E do que ele fala?? Sobre a forma que nós nos relacionamos com o dinheiro! Uma perspectiva diferente sobre o dinheiro.

Segue o link no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=oD3iBe5HqUc

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

O que é o SNUC?

Abaixo temos a explicação do MMA do que é o SNUC e para que ele serve!


O Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) é o conjunto de unidades de conservação (UC) federais, estaduais e municipais. É composto por 12 categorias de UC, cujos objetivos específicos se diferenciam quanto à forma de proteção e usos permitidos: aquelas que precisam de maiores cuidados, pela sua fragilidade e particularidades, e aquelas que podem ser utilizadas de forma sustentável e conservadas ao mesmo tempo.
O SNUC foi concebido de forma a potencializar o papel das UC, de modo que sejam planejadas e administradas de forma integrada com as demais UC, assegurando que amostras significativas e ecologicamente viáveis das diferentes populações, habitats e ecossistemas estejam adequadamente representadas no território nacional e nas águas jurisdicionais. Para isso, o SNUC é gerido pelas três esferas de governo (federal, estadual e municipal).
Além disso, a visão estratégica que o SNUC oferece aos tomadores de decisão possibilita que as UC, além de conservar os ecossistemas e a biodiversidade, gerem renda, emprego, desenvolvimento e propiciem uma efetiva melhora na qualidade de vida das populações locais e do Brasil como um todo.
O SNUC tem os seguintes objetivos:
  • Contribuir para a conservação das variedades de espécies biológicas e dos recursos genéticos no território nacional e nas águas jurisdicionais;
  • Proteger as espécies ameaçadas de extinção;
  • Contribuir para a preservação e a restauração da diversidade de ecossistemas naturais;
  • Promover o desenvolvimento sustentável a partir dos recursos naturais;
  • Promover a utilização dos princípios e práticas de conservação da natureza no processo de desenvolvimento;
  • Proteger paisagens naturais e pouco alteradas de notável beleza cênica;
  • Proteger as características relevantes de natureza geológica, morfológica, geomorfológica, espeleológica, arqueológica, paleontológica e cultural;
  • Recuperar ou restaurar ecossistemas degradados;
  • Proporcionar meio e incentivos para atividades de pesquisa científica, estudos e monitoramento ambiental;
  • Valorizar econômica e socialmente a diversidade biológica;
  • Favorecer condições e promover a educação e a interpretação ambiental e a recreação em contato com a natureza; e
  • Proteger os recursos naturais necessários à subsistência de populações tradicionais, respeitando e valorizando seu conhecimento e sua cultura e promovendo-as social e economicamente.

Fonte: http://www.mma.gov.br/areas-protegidas/sistema-nacional-de-ucs-snuc

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Código Florestal

Aos alunos que ficaram com dúvida sobre as Áres de preservação permanenetes, as famosas APP's, segue uma matéria explicativa do MMA sobre o Código Florestal.

O que é uma APP?????

O Código Florestal brasileiro institui as regras gerais sobre onde e de que forma o território brasileiro pode ser explorado ao determinar as áreas de vegetação nativa que devem ser preservadas e quais regiões são legalmente autorizadas a receber os diferentes tipos de produção rural.
O código utiliza dois tipos de áreas de preservação: a Reserva Legal e a Área de Preservação Permanente (APP).  A Reserva Legal é a porcentagem de cada propriedade ou posse rural que deve ser preservada, variando de acordo com a região e o bioma. O código determina a ampliação dos tamanhos das reservas: são de 80% em áreas de florestas da Amazônia Legal, 35% no cerrado, 20% em campos gerais, e 20% em todos os biomas das demais regiões do País.
As Áreas de Preservação Permanente têm a função de preservar locais frágeis como beiras de rios, topos de morros e encostas, que não podem ser desmatados para não causar erosões e deslizamentos, além de proteger nascentes, fauna, flora e biodiversidade, entre outros.

Nas margens de rios, a área mínima de florestas a ser mantida depende da largura de cada um: rios de até 10 metros de largura devem ter 30 metros de mata preservada; para rios de 10 a 50m de largura, 50m de mata; de 50 a 200m de largura, 100m de mata; de 200 a 600m de largura, 200m de mata; e rios de mais de 600m de largura devem ter 500m de mata preservada em suas margens.
Nas nascentes e olhos d’água, a mata mínima preservada deve ter raio de 50 metros de largura e os manguezais devem ter toda a sua extensão conservada. No caso das veredas, a largura mínima da faixa de vegetação a ser preservada é de 50 metros, a partir do espaço permanentemente brejoso e encharcado.
Nos topos de morros e montanhas devem ser conservadas todas as áreas com altura mínima de 100m e inclinação média maior que 25 graus, e nas encostas, todas as áreas com declividade superior a 45 graus. Para os tabuleiros ou chapadas, devem mantidas as bordas até a ruptura do relevo.
Essas regras são válidas para todas as propriedades com vegetação nativa e original e áreas desmatadas ilegalmente após junho de 2008, ano em que foi aprovado o Decreto nº 6.514, que regulamenta a lei de crimes ambientais.
Regras transitórias

Para as propriedades que ocupam APPs com atividades agrossilvopastoris (cultivo conjunto de agricultura, silvicultura e pecuária), de ecoturismo e turismo rural consolidadas até 22 de julho de 2008, o Código Florestal prevê regras transitórias e de adequação, que serão reunidas nos Programas de Regularização Ambiental (PRAs). 
O prazo para criação dos PRAs nos estados e no Distrito Federal é de dois anos a partir da publicação da Lei nº 12.727, sobre a proteção da vegetação, ocorrida em 25 de maio de 2012.
Donos de terrenos com até quatro módulos fiscais (medida agrária em hectares, variável para cada cidade) que desmataram reservas legais até junho de 2008 não são obrigados a recompor a área. O percentual de mata nativa restante deve ser registrado e novos desmatamentos ficam proibidos.
Caso a área tenha mais de quatro módulos fiscais, o Código Florestal prevê regras de recomposição que podem ser feitas em até 20 anos, contanto que seja comprovada a recuperação de no mínimo 10% da área total a cada dois anos.
No caso das APPs, o documento prevê regras de recuperação para cada tipo de terreno, de acordo com o tamanho da propriedade (em módulos fiscais).
Histórico

O primeiro Código Florestal do País foi lançado em 1934 (Decreto 23.793) e, entre outras medidas, obrigava os proprietários a preservar 25% da área de suas terras com a cobertura de mata original. O código foi atualizado em 1965 (Lei nº 4.771), prevendo que metade dos imóveis rurais da Amazônia deveria ser preservada.

A partir de 1996, o Código Florestal passou a ser modificado por diversas Medidas Provisórias, até ser totalmente reformulado em outubro de 2012.

Fonte:http://www.brasil.gov.br/meio-ambiente/2012/11/entenda-as-principais-regras-do-codigo-florestal

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

A coisa está feia... E o que faço para contribuir?

Bom sabemos que  coisa está muito mais feia do que está na mídia. E a mudança de hábitos é fundamental, apesar de não ser a única alternativa, a economia e a mudança de hábitos na utilização da água é necessário.


E o que você está fazendo para mudar seus hábitos?! Vamos compartilhar nossas ações que podem ajudar a outras pessoas a se transformarem também!

Bom vamos lá, o que mudei?

1) Banhos mais rápidos e frios nesse calorão;
2) Torneiras sempre fechadas ao me ensaboar, escovar os dentes e lavar a louça;
3) Lavando roupa 1 vez na semana e a água da máquina serve pra lavar outras roupas, sapatos e banheiro.
4) Na pia da cozinha adotei uma bacia com água, onde a louça de acumula e amolece a sujeira, como fazem em Portugal. E aquela água cheia de nutrientes molho as plantas.
5) Diminui as descargas, +- a cada três idas ao banheiro 1 descarga.

O que mais me sugerem?

A Prefeitura de Vila Velha fez uma boa sugestão olha ai!


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A água é o tema!!!

Queridos, mediante aos acontecimentos tenho ficado indignada pela falta de ações e articulação do governo, e foi um dos motivos que criei esse blog, a fim de me expressar mediante essa situação.

Segue abaixo uma matéria muito boa sobre o COLAPSO DA ÁGUA!

"...A falta de água não é uma “crise”, porque ela não é fruto de um acontecimento imprevisível. Não se trata de um capricho de São Pedro que, de uma hora para outra, resolveu castigar a Região Sudeste. Há mais de 10 anos os governos tinham informações técnicas confiáveis que as torneiras iriam secar a médio prazo.
A falta de água não é uma “crise” porque ela não será passageira. Os fatores que levaram ao esvaziamento das represas não cessarão subitamente. Recuperar as Matas Ciliares que protegem os rios do assoreamento, reflorestar grandes áreas para manter a perenidade das nascentes, cessar o desmatamento da Mata Atlântica e da Amazônia, substituir uma prática agrícola predatória e, principalmente, adotar um novo modelo de desenvolvimento, não são medidas fáceis de serem adotadas e muito menos elas se encontram presentes na agenda dos atuais governantes. Quem acreditar nisso estará sendo, no mínimo, ingênuo. No caso dos políticos que tentam se justificar – chamando de crise o que permanente será – é pura leviandade mesmo..."

http://sustentabilidade.estadao.com.br/blogs/dener-giovanini/crise-hidrica-que-crise-nao-existe-nenhuma-crise-hidrica/


Água

A pergunta é: Quais são as medidas adotadas pelo Governo Federal, estaduais e municipais para o problema da água???
Temos um Plano Nacional de Recursos Hídricos, as ações estabelecidas no plano foram cumpridas?
Bom entrei no site da ANA, e temos regulação de retirada de água dos reservatório, ok. E o que farão para para reverter a situação? Depender de São Pedro?
No site do MMA encontrei o Plano Nacional de Recursos Hídricos, o Programa de Água Doce para o Nordeste... Águas na cidade: "É nesse contexto que a SRHU, dentro das suas competências institucionais, vem trabalhando na formulação de ações que visem a minimização de impactos sobre os mananciais de abastecimento com foco nas áreas densamente urbanizadas; promovam a articulação institucional e legal entre União, estados e municípios na gestão das águas; e aprimorem a gestão ambiental urbana, contemplando especialmente a capacitação de gestores públicos nessa temática." ALguém tem notícia dessas ações, por favor nos informe!
Prioridades 2012 a 2015: as prioridades foram cumpridas???
Bem a pergunta é....Além de esperar por São Pedro e economizar água, o que mais está sendo feito???Será que teremos que esperar pela lentidão do sistema para termos soluções....
Este blog foi criado com o intuito de expressão e informação sobre o meio ambiente para os alunos de Controle Ambiental.

Aqui serão postadas matérias da mídia, fomentadas discussões, divulgação de eventos, e outros assuntos considerados pertinentes.

Façam bom proveito.

Professora Bianca Souza.